Segunda-feira, Dezembro 18, 2006
Sonhei com banheiros e faculdades, pra variar.
produzido pela minha mente às 2:52 PM
Quarta-feira, Novembro 22, 2006
Eu estava em um avião. Então por algum motivo me pediram pra sentar na primeira cadeira, na fileira do meio. O avião tinha uma fileira na esquerda, na direita e uma no meio. A partir da metade do avião pra frente, exatamente em cima da fileira do meio, o teto do avião era de vidro. Algo para que os passageiros podessem se divertir olhando, e/ou ter medo do mesmo. Bom, e no sonho, me deu medo ficar no tal lugar. E se não me engano, as janelas do lado do avião, todas eram uma só, grandona, pq eu lembro de ver bem as cidades, pelo lado.
Era de noite e o céu era vermelho e preto. O avião andava muito baixo e muito rápido, passavamos pelo lado de cidades, então dava pra ver prédios, escondidos pelas nuvens. O cenário, por algum motivo, não passava por nós numa velocidade alta, apesar de eu saber que o avião estava indo muito rápido. Passamos até por NYC, eu acho.
Então, o avião me deixa (?) numa garagem. E a partir daí o sonho vira GTA. Mas um pouco diferente, e mais realista. Então por algum motivo (por saber da liberdade qye existe em GTA, talvez) eu subi em cima de um fusca conversível e comecei a destrui-lo, pisando em cima dele. Dentro dele, vi vários CDS de jazz e tudo indicava que o dono do carro gostava de jazz. Então eu pensei "po, deve ser gente boa", mas continuava destruindo o carro. Então achei um saxofone no carro e destrui também.
Aconteceu mais umas coisas mas o mais legal foi a parte do avião com céu vermelho de noite mesmo.
Eu tenho sonhado muito com prédios altos, lugares altos, metrópoles de noite (existe coisa melhor?).
produzido pela minha mente às 1:07 PM
Quinta-feira, Outubro 12, 2006
Sonho hidro-claustrofóbico.
produzido pela minha mente às 12:44 PM
Segunda-feira, Outubro 02, 2006
Primeiramente, era um pouco futurista. Depois, a cidade era normal, mas ficou desabitada. Era só eu e, creio, a Fergs. Mas a gente não se conhecia. Parecia tudo um filme. Com a cidade vazia, aproveitavamos, sozinhos, para fazer o que fosse que a gente queria. No caso, pegar carros importados na rua e sair dirigindo a toda velocidade, sem se preocupar com semáforos e tudo mais.
Parte aleatória um dentro disso: Uma festa, na mesma cidade, acho, mas com bastante gente. Dentro da boate, tinha um buraco enorme e era lá que as pessoas iam dançar. Depois de não sei quanto tempo fazendo não lembro o que, decido ir embora. Quando estou saindo, vejo Fergs entrando pro buraco, com uma cara de empolgada. Devia tá tocando uma música que ela gostasse.
Parte aleatória dois dentro disso: Fui visitar meu antigo colégio, o Mário Quintana. Não tinha muita gente, acho, pq tinha sido inundado. Vou na sala de jogos (será que ainda existe isso?) e percebo que já tinha sonhado com o lugar antes. Uma coisa curiosa, é que lembro de barulho e vozes de pessoas conversando, como se fosse hora do intervalo, mas eu não via ninguém.
Continuação da primeira parte.
Então entro na garagem de um prédio, com um carro bonitão e subo até o telhado (aqueles estacionamentos, sabe?). Fico lá parado, escondido. E então vem uma muler com uma roupa toda vermelha, chapéu vermelho, casacão vermelho, de carro, velozmente. Parecia aquela Carmen San Diego do desenho "Onde está Carmen San Diego?". Absolutamente nada a ver com o resto do sonho, temos que reunir nossas forças para destruir um navio, A gente consegue umas lanchas e vamos atrás dele.
Depois de ficar um pouco destruindo o navio, eu acordei.
produzido pela minha mente às 12:30 PM
Terça-feira, Setembro 12, 2006
3, hoje.
Primeira parte era um lugar distante, uma igreja. O chão em volta da igreja era de pedras, e tinha muita gente lá dentro. Eu fui, com um "que coisa ridícula" na mente. Então acabei indo embora, quando vi que o "papa", ou o cara mais fodão de lá, era muito muito velho e parecia um ET de tão feio/bizarro. Indo embora, me deparo com um penhasco que não tinha antes. Lá em baixo uma freira diz que se eu tiver fé, eu posso pular que não vou morrer. Eu acredito que conseguiria sobreviver pulando, mas não por causa disso. Acabo pulando, vivo, mas não lembro oque acontece depois.
Segundo era num clube daqui. Não tinha ninguém, só eu e uns ex-colegas. Conversavamos, sentados.
Na terceira, eu estava mais ou menos acordado, então tem influência da minha consciência. Foi com a Makie. Anotsu mandou ela matar um pai e um filho, donos de um Dojo tal. Ela acaba matando os dois.
produzido pela minha mente às 3:13 PM
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relatos do meu mundo de mentirinhas. o de verdade.
kidakid@gmail.com

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